Café da manhã
A página do flat na internet alardeava, como um diferencial, café da manhã “chinese and western”. É verdade, mas digamos que a parte que nos cabe -- a nós, ocidentais --, nesse latifúndio gastronômico, é bem restrita. Num cantinho, perto da garrafa elétrica de esquentar água para o chá, tem uma cestinha com pão de forma, manteiga (da Nova Zelândia), geléia, umas fatias nanicas de melancia, Tang de dois sabores (duas cores seria mais correto) e iogurte. Já a parte “chinese” se espraia por um mesão: macarrão com carne e vegetais, linguiças, carne de porco, de frango, bacon, vegetais misturados, cebola, pepino, tofu, bolinhos das mais diversas espécies.
Depois de quatro dias comendo a mesma torradinha com manteiga (da Nova Zelândia), resolvi fazer uma pequena incursão ao misterioso Oriente. Comi uma torrada com pepino, tomate, umas fatias de gengibre e – foi aí que eu errei -- tofu num molho extremamente salgado, que quase inviabilizou meu sincretismo matinal. Também comi um bolinho no vapor, recheado com uma espécie de tutu de feijão – doce. (To falando que os chineses são mineiros). Era bom.
Até o fim da viagem, quem sabe, eu não chego no yakissoba?
Nenhum comentário:
Postar um comentário